Problemas de desenvolvimento intelectual, autismo ou síndromes em crianças? O Quantec auxilia

AUTISMO E OUTRAS SÍNDROMES

Se alguém te disser que o QUANTEC® ou a Física Quântica pode curar um autista, cuidado. Isso não existe. Mas o QUANTEC® pode melhorar muito a qualidade de vida de quem tem o transtorno, e das pessoas ao redor. 

Mas como? Vamos explicar:

Autismo não é uma doença, e sim um transtorno que afeta o neurodesenvolvimento e causa dificuldades ligadas à interação social e à comunicação.

 

Para um autista, pode ser difícil dominar a linguagem, seguir padrões de comportamento e regras sociais.

 

Há diferentes graus de autismo, que varia do leve ao severo, no qual pode haver retardo mental e a total incapacidade de interagir socialmente.

 

A ciência ainda não consegue explicar a causa o autismo. Estudos associam o transtorno a uma predisposição genética ainda pouco conhecida, além de fatores ambientais. Entretanto, para quem estuda a fundo o espiritismo científico, é notório o entendimento de que o Autismo nada mais é do que uma provação para o paciente, que estaria recuperando-se de delitos praticados em existências passadas, assim como os seus familiares, especialmente os pais.

Mediante as limitações experimentadas e os sofrimentos pertinentes, o espírito endividado refaz-se e liberta-se da carga aflitiva a que se encontra jungido, tornando-se, desta forma, uma verdadeira bênção.

Outrossim, pode ser uma experiência iluminativa solicitada pelo próprio espírito, a fim de contribuir em favor de estudos científicos que irão beneficiar outros, ao mesmo tempo um esforço pessoal para o maior crescimento sociopsicológico.

No primeiro caso, podem ocorrer transtornos obsessivos, produzidos pelas vítimas de existência anterior, que se comprazem em piorar o quadro de sofrimentos, levando o paciente à agressividade, ao mutismo e a estados de aparente esquizofrenia.

Em resumo: autismo é uma condição prevista para o espírito muito antes do mesmo encarnar, contemplada ainda no plano das preparações para a futura reencarnação, e seria estupidez de nossa parte acreditar que poderíamos interferir nas determinações de um contrato reencarnatório e simplesmente reverter um estado autista.

A proposta aqui é outra: dar mais qualidade de vida ao Autista.

Em termos científicos, o Autismo se baseia na alteração em um gene, responsável pelo quadro clínico e os sintomas que o paciente vai apresentar.


A ciência tradicional ainda não se conhece toda a genética do autismo, mas ela tem sido muito estudada nos últimos 10 anos. Hoje existem cerca de 800 genes descritos que podem apresentar alterações e causar sintomas relacionados ao autismo. Cada indivíduo é único do ponto de vista genético.

Voltando à questão espiritual, sabemos que qualquer manifestação genética no corpo humano foi cuidadosamente planejada no plano espiritual, no chamado "Centro de Planejamento de Reencarnações". Tempos virão em que a ciência tradicional compreenderá o problema de forma mais clara.

 

Em São Paulo, um grupo de cientistas ligados à USP e ao Projeto A Fada do Dente, uma ONG focada em pesquisas científicas, deu mais um passo importante na busca por um tratamento definitivo para o autismo.

A partir de dentes de leite de crianças com ou sem autismo, doados para a ONG, os pesquisadores geram, em laboratório, uma série de minicérebros que são utilizados para estudar os mecanismos biológicos do autismo e testar remédios que possam ajudar a melhorar a função das células dos cérebros autistas.

A descoberta mais recente diz respeito aos astrócitos, um tipo de célula neurológica em forma de estrela que existe em grande número no cérebro. Nos autistas, essas células estão inflamadas e, por isso, produzem em excesso uma substância que causa danos aos neurônios.

O primeiro passo da pesquisa foi a reprogramação das células presentes no dente de leite, um método não invasivo para pesquisas que requerem a análise de partes delicadas, como as células do sistema nervoso.

“Todas as células do nosso organismo tem todos os genes de quando nós éramos um embrião”, explica Fabiele Russo, principal autora do artigo publicado na Biological Psychiatry, e fruto de seu doutorado. “O que vai diferenciar essas células umas das outras são os genes que estão sendo expressos nelas naquele momento ou não. Alguns estão dormindo e outros estão acordados”, compara.

A reprogramação faz com que as células expressem genes que as façam voltar à fase embrionária, caracterizada pela pluripotência, ou seja, a capacidade de formar qualquer célula do organismo humano. Dessa maneira, os pesquisadores conseguiram desenvolver neurônios e astrócitos para realizarem a pesquisa.

Com as células à disposição, os cientistas combinaram neurônios e astrócitos de indivíduos autistas e não autistas. Foi assim que observaram que, quando neurônios saudáveis eram combinados com astrócitos autistas, suas ramificações diminuíam, enquanto que, quando o neurônio autista era combinado com um astrócito saudável, ele recuperava suas ramificações.

“Isso mostra que o papel do astrócito saudável é o de resgatar o fenótipo sadio de um neurônio”, explica Patrícia Beltrão Braga, professora da USP, orientadora de Fabiele e coordenadora do projeto Fada do Dente.

Com isso, os pesquisadores puderam verificar uma inflamação que já havia sido citada em pesquisas anteriores, mas que até então não tinha sido relacionada aos astrócitos. Os cientistas finalmente confirmaram que os astrócitos autistas tinham uma produção elevada da proteína interleucina 6, comprometendo as atividades do sistema nervoso.

O QUANTEC® assim, longe de curar o autismo, consegue emanar recursos específicos para estimular o subconsciente do paciente a regular a produção de interleucina 6, projetar a simulação de combinações dos neurônios do assistido com frequências de astrócitos saudáveis, estimulando assim a recuperação de suas ramificações. 

Além disso, o QUANTEC® utiliza a emanação de frequências de determinados animais, como os golfinhos, que, em tratamentos presenciais, tem demonstrado grande eficácia, o que pode ser simulado pelo próprio QUANTEC®, porém, com baixo custo frente aos tratamentos convencionais com estes animais.

 

Veja a reportagem abaixo sobre a Terapia com Golfinhos:

REVISTA ISTO É

São Paulo, 08/04/1998

Norton Godoy

Há séculos que os humanos têm uma relação muito especial com os golfinhos. A generosidade desses inteligentes mamíferos que vivem nas águas quentes dos oceanos é popularmente reconhecida. Histórias de marinheiros salvos por golfinhos datam desde a Civilização Grega. Não é difícil lembrar do sucesso do seriado de tevê Flipper. Hoje, porém, eles estão recebendo uma atenção especial da medicina porque estão ajudando crianças que sofrem de males como a surdez, a síndrome de Down (deficiência mental congênita) e o autismo (desligamento da realidade exterior). O caso mais recente é o de um menino britânico de oito anos de idade, Nikki Brice, que nunca havia pronunciado uma palavra porque nasceu surdo.

Semana passada, após três dias de uma terapia especial com golfinhos, começou a falar. A história de Nikki se soma à de centenas de casos de melhoria espantosa obtida com o auxílio desses apaixonantes animais. O sucesso é tão grande que para receber esse tratamento em alguns centros de pesquisa americanos e europeus enfrenta-se uma lista de espera de até sete anos.

Para os médicos e psicólogos do Centro de Terapia Golfinho-Humanos de Miami, ainda não há uma explicação muito clara para esse fenômeno. Uma das teorias em estudo, segundo o doutor David Nathanson, que dirige o centro, é a de que os golfinhos usam sua exclusiva habilidade sonar para identificar desordens neurológicas nas pessoas. É sabido que esses animais têm a capacidade de emitir sons que, ao se refletir em objetos, voltam para eles e são captados pela sua mandíbula inferior, que transmite a informação sonora para o cérebro.

Assim, o golfinho consegue formar imagens sonoras baseadas nas diferentes densidades dos materiais atingidos pelo som de seu sonar biológico. Para o neurologista David Cole, que trabalha na equipe de Nathanson, a energia contida nesses sons emitidos pelos golfinhos teria também a capacidade de cura. "É uma energia suficiente para fazer buracos na estrutura molecular de fluidos e tecidos macios", explica. "Então, uma hipótese que começa a tomar forma mostra que esses sons alteram o metabolismo celular do corpo humano, causando a liberação de hormônios e endorfinas, ou mesmo estimulando a produção de células-T (defesa imunológica)."

Para os pais de Josh Schmidt e Kirsty Brown, crianças que sofrem de autismo, poucos dias de terapia com golfinhos trouxeram mais resultados do que anos de tratamento convencional. Kirsty não falava. Agora consegue montar várias sentenças. O psicólogo Nathanson trabalha com golfinhos e crianças há 20 anos.

Ele explica que em muitos casos basta dar à criança a chance de nadar e brincar com os golfinhos para que ela apresente melhoras. Em outros, estar com os golfinhos serve como um prêmio para a dedicação da criança nas sessões com um terapeuta infantil. Com o auxílio de novas tecnologias desenvolvidas pelo próprio centro, seu colega Cole conseguiu registrar as mudanças neurológicas que se dão no cérebro das crianças que interagem com os golfinhos. "Nos testes que estamos fazendo agora trabalhamos com pacientes que sofrem de câncer. Em vários deles houve uma espontânea e inexplicável regressão da doença", conta Cole.

Alguns médicos mais céticos acreditam que os efeitos terapêuticos dos golfinhos se devem apenas ao relaxamento proporcionado pela presença lúdica desses animais. O relaxamento, como é sabido, ajuda a estimular o sistema imunológico do organismo humano.

Seja como for, o que importa para os cientistas do centro de Miami é que estão conseguindo resultados positivos em 97% das centenas de casos que já trataram. Para Nathanson, as crianças mostram um profundo sentimento de amor pelos golfinhos, pela música e água.

"Por isso mesmo, uso o que elas mais amam para aumentar sua atenção, para chegar às áreas de seus cérebros que estão afetadas, o que é o mesmo que dizer que uso a força delas mesmas para alcançar suas fraquezas."

ANIMAIS USADOS PELOS TERAPEUTAS DO BR QUANTEC®:

CÃES


Os cães demonstram muito carinho e afeto pelos humanos. Eles não precisam dizer nada para sabermos que nos amam, que precisam de nós ou que se sentem queridos. A exposição da criança à frequências de cães específicos estimula o sentimento, a afetividade e a capacidade de se libertar da dependência de alguém para sentir que um ser depende dele. Logicamente que os cães escolhidos para tal fim devem ser equilibrados e precisam ser adestrados para a terapia. Temos, em nossa base de dados do QUANTEC®, frequências de 40 cães especificamente treinados para dar suporte ao autista, especialmente labradores, golden retriever e os pastores alemães.

CAVALOS


Apesar deles geralmente serem usados com pessoas com problemas de equilíbrio e mobilidade, também influenciam diretamente na comunicação e no comportamento. Isso ocorre porque o cavalo é um animal muito inteligente, capaz de compreender um ser humano quando quer se comunicar com ele. Temos uma base de dados com frequências de 18 cavalos especialmente preparados para lidar com o autista, de modo a permitir à criança desenvolver a sua capacidade de empatia, que irá favorecer a sua integração social e a sua habilidade de adaptação a circunstâncias diversas.

GOLFINHOS


São os animais mais inteligentes do mundo. Além disso, são muito alegres e divertidos, algo que irá alegrar a vida do paciente. Os estudos que foram feitos com relação a esses animais demonstraram que interagir com os golfinhos melhora a concentração e a capacidade de comunicação. Possuímos em nosso banco de dados a frequência de 5 golfinhos especialmente adestrados para lidar com crianças autistas.

Esses três animais são os mais usados com crianças que possuem o Transtorno do Espectro Autista. Já os utilizávamos antes do QUANTEC®, mas temos notado que com o QUANTEC®, as emanações são mais eficientes se comparadas às irradiações Radiônicas convencionais.

Dependendo das frequências energéticas do paciente, também utilizamos leões-marinhos, peixes, coelhos, gatos e outros animais preparados para lidar com o autista. Não se trata de “qualquer” animal, mas específicos e preparados.

Em princípio, o tratamento com o QUANTEC® para autistas, não significa uma cura para o autismo, mas sim, a chance de amenizar os sintomas, como irritabilidade, dificuldade de interação social e outros. O mais importante porém é que há autistas que não esperam ser curados, mas esperam ser compreendidos e entendidos como alguém que tem uma maneira diferente de lidar com o mundo.